Como o governo Lula praticamente acabou com o dropshipping no Brasil



Nos últimos anos, o modelo de dropshipping ganhou força no Brasil - especialmente durante a pandemia por permitir que empreendedores vendessem produtos sem manter estoque, enviando encomendas diretamente de fornecedores internacionais. 

Mas a combinação de novas regras de importação, maior fiscalização e tributos pesados impôs um forte golpe nesse modelo.


📦 1. Fim da isenção para compras internacionais de até US$ 50


Até meados de 2023, compras internacionais de baixo valor eram isentas de imposto de importação. A partir de abril daquele ano, o governo passou a taxar todas as remessas, incluindo as de até US$ 50, com alíquota mínima de 20%, além do ICMS, que varia de 17% a 20% dependendo do estado  . Isso elevou o custo final de produtos baratos, inviabilizando a lógica do dropshipping.


🔁 2. Imposto total que pode chegar a 60%


Com o novo cenário tributário —conhecido como “taxa das blusinhas”—o imposto total sobre remessas internacionais passou a ser de até 60%, contando ICMS + imposto de importação (20 % até US$ 50, ou 60 % se passar desse valor)  . Como resultado, produtos populares e de baixo valor tiveram seus preços inflados no mercado brasileiro.


🛑 3. Fiscalização mais rigorosa e exigência de CNPJ


A Receita Federal reforçou a fiscalização do modelo dropshipping, penalizando empreendedores que operavam sem CNPJ, sem emissão de nota fiscal ou sem estrutura jurídica apropriada  . Isso levou muitos empreendedores a fecharem ou migrarem para formas mais tradicionais de e-commerce.


🤔 4. Opinião de usuários na comunidade


Na internet, muitos brasileiros reagiram com indignação:


> “Essa medida vai ‘quebrar’ diversas MEI e pequenos empreendedores. Vai acabar com a vida de muita gente.”  

“Vocês vão perceber que o objetivo do governo é tornar todos dependentes dele.”  




Esses comentários demonstram o impacto prático: o modelo que sustentava pequenos negócios digitais foi abruptamente restringido.


🏛 5. Protecionismo e impulso ao mercado nacional


Do lado do governo, as medidas foram justificadas como ação de modernização da legislação aduaneira e combate à “concorrência desleal” de importadores, buscando proteger a indústria e os varejistas brasileiros  .


💡 O que os empreendedores podem fazer agora


Embora o cenário esteja mais desafiador, algumas estratégias ajudam a adaptar-se:


Dropshipping nacional: voltado a fornecedores brasileiros e com carga tributária mais leve sob o Simples.


Adesão ao Programa Remessa Conforme: permite que o imposto já seja pago no checkout.


Transição para e-commerce tradicional, com estoque e logística local.




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Considerações finais


O governo Lula, por meio de medidas como o fim da isenção de importação e a aplicação da “taxa das blusinhas”, provocou um endurecimento radical no ambiente do dropshipping internacional no Brasil. Com isso, o modelo foi fortemente impactado, alterando os paradigmas dos pequenos empreendedores digitais.


Para continuar operando com segurança, é essencial adaptar-se às novas regras, investir em formalização e explorar alternativas viáveis — como o dropshipping nacional ou o comércio eletrônico tradicional.


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